Ser síndico exige entender de várias áreas ao mesmo tempo, e o elevador costuma ser uma das partes mais técnicas (e mais cobradas pelos moradores). Separamos seis perguntas simples que todo síndico deveria conseguir responder sem precisar consultar ninguém.
1. Quando foi a última manutenção preventiva?
Não vale “faz um tempinho”. A data exata deveria estar registrada, seja num livro de manutenção físico ou num relatório digital da empresa responsável.
2. O contrato de manutenção está ativo e em dia?
Parece óbvio, mas é comum descobrir, só na hora de um problema, que o contrato venceu ou que o pagamento está atrasado, deixando o prédio sem cobertura sem perceber.
3. Qual é o tempo médio de resposta em caso de chamado?
Em situações de emergência, como alguém preso na cabine, o tempo de resposta da empresa de manutenção é crítico. Vale saber esse número de cabeça, e não só descobrir na hora do aperto.
4. Existe um número de emergência visível dentro da cabine?
É item básico de segurança, e frequentemente esquecido quando a etiqueta antiga se apaga ou solta.
5. Quando foi a última inspeção/laudo técnico?
Além da manutenção de rotina, elevadores passam por inspeções periódicas mais completas, que geram um laudo técnico. Esse documento costuma ser exigido em vistorias, seguros e, em algumas cidades, pela própria prefeitura.
6. Os moradores sabem o que fazer numa emergência?
De nada adianta o síndico saber tudo isso se, na prática, ninguém no prédio sabe o procedimento correto caso o elevador pare com alguém dentro. Vale colocar um aviso simples perto da cabine, ou reforçar a informação num comunicado.
Se você não soube responder alguma dessas perguntas com segurança, esse já é um bom motivo pra marcar uma conversa com a empresa responsável pela manutenção e atualizar essas informações.